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Criança e Adolescente

03/03/2016

TRABALHO INFANTIL - CNMP apoia projeto de conscientização contra trabalhos infantil e escravo

A iniciativa, realizada em parceria com o Curso Superior de Tecnologia em Jogos Digitais da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Facisa), de Campina Grande/PB, já resultou na produção de dois games: “Infância Livre” e “Trabalho Livre”.

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O Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP), a fim de dar continuidade às ações de mobilização social contra o trabalho infantil e o trabalho escravo no Brasil, apoia, por meio da Comissão da Infância e Juventude (CIJ), projeto de desenvolvimento de jogos eletrônicos educativos promovido pelo Ministério Público do Trabalho da Paraíba (MPT/PB).

A iniciativa, realizada em parceria com o Curso Superior de Tecnologia em Jogos Digitais da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Facisa), de Campina Grande/PB, já resultou na produção de dois games: “Infância Livre” e “Trabalho Livre”.

Os jogos, cujo público-alvo são as crianças e adolescentes, apresentam linguagem simples e buscam conscientizar e alertar os usuários de forma lúdica, por meio da apresentação de cenários do cotidiano. O game “Infância Livre” mostra ao jogador como combater diversos cenários do trabalho infantil no Brasil, como os que ocorrem nos lixões, no meio rural e no ambiente doméstico.

O “Trabalho Livre”, por sua vez, é um jogo educativo sobre a erradicação do trabalho escravo, com histórias e diálogos baseados em fatos reais. O game tem o objetivo de alertar sobre essa problemática, chaga social que ainda atinge milhões de trabalhadores em diversos países. Nas missões, o jogador conhece a realidade do trabalho escravo em alguns cenários, como canavial, carvoaria, costuraria e pedreira.

De acordo com o conselheiro e presidente da CIJ/CNMP, Walter Agra, “A CIJ tem trabalhado insistentemente no combate ao trabalho infantil e ao trabalho escravo, e os games agora disponibilizados têm o condão de conscientizar a todos de uma forma divertida e eficaz”. O conselheiro lembrou ainda que “também é missão do CNMP divulgar as boas práticas de todos os ramos do Ministério Público e esses jogos produzidos pelo MPT/PB e Facisa são inovadores e de excelente qualidade”.

O procurador do Trabalho Marcus Antônio Ferreira (MPT/PB), que participa do grupo que idealizou o projeto, destacou a importância da ação ao “sensibilizar a sociedade de uma forma inovadora e influenciar na formação profissional dos estudantes que produziram os jogos”. Segundo o procurador do Trabalho Raulino Maracajá (MPT/PB ), que também atua na organização da ideia, a iniciativa tem o mérito de “transmitir uma mensagem contra os trabalhos infantil e escravo de forma criativa, utilizando estudantes como agentes multiplicadores nesse tema tão caro à sociedade”.

O jogo “Infância Livre” está disponível na internet, pelo endereço www.mptgames.com.br/infancialivre; enquanto o jogo “Trabalho Livre” pode ser acessado pelo endereço http://www.mptgames.com.br/trabalholivre. Ambos podem ser baixados gratuitamente em computadores e tablets. Os jogos também podem ser encontrados na página da CIJ/CNMP.

O CNMP no combate ao trabalho infantil

O CNMP atua permanentemente visando à erradicação do trabalho infantil e à repressão do trabalho escravo. Em 2015, por exemplo, para celebrar o Dia das Crianças, comemorado dia 12 de outubro, a instituição lançou um vídeo de combate ao trabalho infantil nas redes sociais mostrando a reação de crianças quando recebem uma caixa surpresa, de seus pais, com tijolos, arames e correntes, em vez de brinquedos. O vídeo foi compartilhado com a hashtag #naodêtrabalho.

Com o intuito de auxiliar e tornar efetiva a garantia constitucional da prioridade absoluta dos direitos das crianças e adolescentes, a CIJ/CNMP elencou diversas ações na 2ª edição do Manual de Erradicação do Trabalho Infantil. A publicação auxilia membros do Ministério Público a efetivar a atuação na erradicação do trabalho perigoso, penoso e insalubre aos menores de 18 anos, bem como qualquer trabalho a menores de 16 anos, salvo na condição de aprendiz a partir dos 14 anos.

Vídeo de combate ao trabalho infantil

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[Fonte: CNMP - Conselho Nacional do Ministério Público - Notícia - 17/02/2016]

 

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Referências:   (links externos)
»  CNMP - Conselho Nacional do Ministério Público

 

 

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