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Criança e Adolescente

17/09/2013

SAÚDE - Mortalidade infantil cai 77% em 22 anos no Brasil, diz Unicef

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Cerca de 35 milhões de crianças menores de 5 anos estão sob risco se a meta de mortalidade na infância não for atingida. Relatório divulgado hoje (13/09/2013) pelo UNICEF aponta que a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, uma das quedas mais significativas no mundo nesse período. Reduzir essa taxa nas populações mais vulneráveis é um dos desafios de países como Brasil.

Nova Iorque/Brasília, 13 de setembro de 2013 - Um relatório divulgado hoje pelo UNICEF indica que, se permanecerem as atuais tendências, o mundo não atingirá o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 4 (diminuir em dois terços a taxa de mortalidade de crianças menores de 5 anos até 2015). Pior ainda: se continuarem as atuais tendências, o objetivo não será alcançado até 2028.

O custo da inércia é assustadoramente alto: 35 milhões a mais de crianças podem morrer, na maioria das vezes por causas evitáveis, entre 2015 e 2028, caso a comunidade global não realize ações imediatas para acelerar o progresso.

Essa é a má notícia. Mas o relatório também oferece algumas boas notícias. Mostra que é possível fazer importantes avanços na área da sobrevivência infantil. Em termos globais, o número anual de mortes de menores de 5 anos caiu de estimados 12,6 milhões em 1990 para aproximadamente 6,6 milhões em 2012. Ao longo dos últimos 22 anos, o mundo salvou cerca de 90 milhões de vidas que, de outra forma, teriam sido perdidas.

"Sim, devemos comemorar o progresso", disse Anthony Lake, diretor executivo do UNICEF. "Mas como podemos comemorar quando ainda há tanto a fazer antes de atingirmos a meta? Podemos acelerar o progresso, e sabemos como, mas temos que agir com renovado senso de urgência", acrescentou.

Há pouco mais de um ano, os governos da Etiópia, Índia e Estados Unidos lançaram, juntamente com o UNICEF, o "Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada". Trata-se de um esforço global para evitar que as crianças morram devido a causas facilmente evitáveis.

Até agora, 176 governos, incluindo o brasileiro, assinaram o compromisso de acelerar o progresso na área da sobrevivência infantil. Centenas de organizações da sociedade civil, grupos religiosos e indivíduos também se comprometeram a apoiar a meta comum de proporcionar a cada criança o direito de sobreviver e de ter o melhor início de vida possível.

O Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada examina as tendências na mortalidade na infância desde 1990, analisa as principais causas de morte de crianças menores de 5 anos e descreve ações nacionais e globais voltadas a salvar vidas infantis. O progresso realizado até agora se deve aos esforços coletivos realizados por governos, sociedade civil e setor privado, bem como ao aumento das intervenções de baixo custo e baseadas em evidências, tais como mosquiteiros impregnados com inseticidas, remédios, vacinas, aleitamento materno adequado, suplementos nutricionais e terapia alimentar, reidratação oral para os casos de diarreia e maior acesso a água potável e saneamento, entre outros.

O relatório revela uma significativa redução nas mortes infantis evitáveis em todas as regiões do mundo, e em todos os níveis de renda nacional, inclusive países de baixa renda. Aliás, alguns dos países mais pobres foram os que obtiveram os maiores êxitos na sobrevivência infantil desde 1990. Alguns países de baixa renda e com alta taxa de mortalidade na infantil (como Bangladesh, Etiópia, Libéria, Malaui, Nepal e Tanzânia) já reduziram suas taxas de mortalidade de menores de 5 anos em dois terços ou mais desde 1990. Atingiram, assim, o Objetivo de Desenvolvimento do Milênio 4, que se refere à redução da mortalidade na infância antes da data limite de 2015.

Em termos globais, o ritmo do declínio acelerou, uma vez que a taxa anual de declínio triplicou desde a década de 90. Na África ao sul do Saara também houve aumento no ritmo de declínio: a taxa anual de redução cresceu mais do que cinco vezes desde o início dos anos 90. Nos últimos sete anos, a África Oriental e Meridional esteve entre as regiões com melhor desempenho em todo o mundo, tendo reduzido a mortalidade de menores de 5 anos a uma taxa anual de 5,3% entre 2005 e 2012.

Por outro lado, a região da África Ocidental e Central registrou o mais baixo nível de progresso na sobrevivência infantil, em comparação com outras áreas ao redor do mundo. A região também possui a mais alta taxa de mortalidade, em que quase uma em cada oito crianças morre antes de completar 5 anos. Desde 1990, não houve virtualmente nenhuma redução no número anual de mortes na infância na região da África Ocidental e Central.

Pneumonia, diarreia e malária continuam sendo as principais causas de morte na infância em nível global, ceifando a vida de cerca de 6 mil crianças menores de 5 anos, todos os dias. A desnutrição é a causa de quase metade dessas mortes.

O primeiro mês de vida é o mais crucial para uma criança pequena. Em 2012, cerca de três milhões de bebês morreram durante o primeiro mês de vida, quase sempre devido a causas facilmente evitáveis.

Para reverter essas devastadoras tendências, é necessário que ações imediatas sejam implementadas em múltiplas frentes, conforme indicam os Objetivos de Desenvolvimento do Milênio: reduzir a pobreza, diminuir a mortalidade materna, melhorar a educação e a igualdade entre os gêneros e promover sustentabilidade ambiental.

"Progresso pode e deve ser feito", disse Anthony Lake. "Quando existem ações coordenadas, estratégias sólidas, recursos adequados e vontade política forte em apoio à sobrevivência de mães e crianças, promover reduções dramáticas na mortalidade infantil não só é viável como moralmente imperativo."

Brasil como exemplo

Na divulgação do relatório pelo UNICEF em Nova Iorque, o Brasil é apresentado como um dos países que têm conseguido reduzir de forma significativa a taxa de mortalidade na infância por meio de estratégias efetivas.

O Brasil conseguiu atingir o ODM 4 em 2012, três anos antes do prazo estabelecido. A taxa de mortalidade de menores de 5 anos no país caiu 77% entre 1990 e 2012 graças a uma combinação de estratégias: a criação de um Sistema Único de Saúde com foco na atenção primária de saúde, melhoria no atendimento materno e ao recém-nascido e esforços para prestar assistência à saúde no nível comunitário, melhoria das condições sanitárias, aumento do conhecimento das mães, promoção do aleitamento materno, expansão da imunização e criação de iniciativas de proteção social como o programa de transferência de renda Bolsa Família.

Para os países como o Brasil, cuja taxa da mortalidade na infância está abaixo de 20/1000, o desafio agora é reduzir essa taxa nas populações mais vulneráveis.

Outro exemplo é Bangladesh, cuja taxa de mortalidade de menores de 5 anos caiu 72% entre 1990 e 2012, principalmente graças ao aumento da imunização infantil, ao uso da terapia de reidratação oral no tratamento da diarreia e à complementação de vitamina A. A expansão da rede de agentes comunitários de saúde também melhorou a qualidade do atendimento à saúde e aumentou o uso das unidades de saúde. Aumento do poder das mulheres, educação das mães, melhora da saúde materna e implementação de estratégias para reduzir a pobreza também contribuíram para reduzir as mortes na infância.

A Etiópia, um copatrocinador do "Call to Action" (Chamada à Ação), também registrou grande progresso na redução da taxa de mortalidade de menores de 5 anos: uma notável redução de 67% desde 1990. O programa de expansão da saúde implementado na Etiópia é um exemplo da fundamental importância dos agentes comunitários de saúde para a assistência de qualidade às crianças e mães em áreas remotas. O programa, lançado em 2004, atualmente emprega 38 mil funcionárias da área de saúde pagas pelo governo. O UNICEF apoia o programa por meio da provisão de suprimentos tais como equipamento para armazenagem de vacina, camas e medicamentos para parto e apoio à capacitação de agentes de saúde. O programa também oferece tratamento para desnutrição aguda severa, diarreia, malária e pneumonia.

Sobre o "Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada"

"Uma Promessa Renovada" é um movimento global destinado a alavancar a estratégia Every Woman Every Child (Toda Mulher Toda Criança), lançada pelo secretário-geral da Organização das Nações Unidas, Ban Ki-moon, com o propósito de mobilizar e intensificar iniciativas globais para melhorar a saúde de mulheres e crianças por meio de ações e advocacy voltadas a acelerar a redução das mortes evitáveis de mães, crianças e recém-nascidos.

O movimento surgiu a partir do "Child Survival Call to Action" ("Chamada à Ação para a Sobrevivência Infantil"), um fórum de alto nível convocado em junho de 2012 pelos governos da Etiópia, Índia e Estados Unidos - em colaboração com o UNICEF - para identificar formas de estimular avanços na sobrevivência infantil. Como consequência do fórum, os parceiros do governo, sociedade civil e setor privado revigoraram seu compromisso com a sobrevivência infantil.

Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil
Estela Caparelli
E-mail: mecaparelli@unicef.org
TelefoneÇ (61) 3035 1963
Alexandre Amorim
E-mail: aamorim@unicef.org
Telefones: (61) 3035 1963 e (61) 8166 1636

O relatório está disponível somente em inglês - arquivo em pdf

Para profissionais da mídia: notícias e histórias em vídeo de Bangladesh, Brasil, Etiópia e Uganda estarão disponíveis em http://weshare.unicef.org/mediaresources

Assessoria de Comunicação do UNICEF no Brasil

[Fonte: UNICEF - Notícia 13/09/2013]

 

- Download PDF -

Compromisso com a sobrevivência infantil: uma promessa renovada - 2013
(Relatório de Progresso 2013 - disponível somente em inglês)
Desenvolvido pelo UNICEF e OPAS/OMS
[Fonte: UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância]
 
Download:         [ opção 1 ]         [ opção 2 ]
(formato PDF - tamanho 6,61MB - inglês - 56 págs - Setembro, 2013)

- Download PDF -

Compromisso com a sobrevivência infantil: uma promessa renovada - 2012
(Relatório de Progresso 2012 - disponível somente em inglês)
Desenvolvido pelo UNICEF e OPAS/OMS
[Fonte: UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância]
 
Download:         [ opção 1 ]         [ opção 2 ]
(formato PDF - tamanho 5,29MB - inglês - 44 págs - Setembro, 2012)

 

Estudo do Unicef aponta que taxa de mortalidade infantil mundial caiu 47% em duas décadas

Brasília - A taxa de mortalidade infantil no mundo caiu 47% nos últimos 22 anos. As estimativas são do Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), divulgado hoje (13). Em números absolutos, a redução significa que morrem 17 mil crianças a menos por dia.

Em 1990, a taxa de mortalidade infantil mundial era 90 para cada mil nascidos vivos e atualmente caiu para 48. Há duas décadas, as estimativas eram que mais de 12,6 milhões de crianças abaixo dos 5 anos morriam por ano. Hoje, essa média caiu para 6,6 milhões.

A taxa de mortalidade infantil é um índice que mede a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de uma criança a cada mil nascimentos. Essa taxa é uma das que compõem a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento os países e balizar a elaboração de políticas púbicas.

De acordo com o Unicef, a redução da taxa de mortalidade se deve ao maior acesso a tratamentos de saúde e tratamentos mais eficazes, combinado ao comprometimento político dos países. O destaque para a queda do índice mundial é a aceleração da redução das taxas de mortalidade infantil entre 1990 e 1995 - especialmente na África, que teve queda de, pelo menos, metade de suas taxas desde a década de 1990.

Ainda assim, o fundo alerta para a possibilidade do não cumprimento das metas do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, referente à redução da mortalidade infantil. "Sem progressos mais rápidos na redução de doenças que podem ser prevenidas, o mundo não vai cumprir a meta até 2028 - 13 anos depois do prazo, e 35 milhões de crianças terão morrido entre 2015 e 2028 - crianças que poderiam ter vivido caso conseguíssemos cumprir essa meta", informou o relatório.

Para a Unicef, é fundamental a prevenção de doenças como pneumonia, diarreia e malária, que foram responsáveis, em 2012, pela maioria das 6,6 milhões de mortes de crianças com menos de 5 anos. Segundo o fundo, essas doenças estão fundamentalmente relacionadas ao desenvolvimento do país, o que pode ser superado por meio da atuação conjunta de governos, organizações e da sociedade civil.

"Apesar desses ganhos, a sobrevivência da criança continua a ser uma preocupação urgente. Em 2012, cerca de 6,6 milhões de crianças morreram antes do seu quinto aniversário, a uma taxa de cerca de 18 mil por dia. E o risco de morrer antes dos 5 anos varia enormemente dependendo de onde a criança nasce", destacou o relatório, ressaltando que, desde 1990, 216 milhões de crianças morreram antes dos 5 anos - mais do que toda a população do Brasil, o quinto país mais populoso do mundo.

Carolina Sarres e Yara Aquino, Repórteres da Agência Brasil
Edição: Denise Griesinger

[Fonte: EBC - Agência Brasil - Notícia 13/09/2013]

 

Mortalidade infantil cai 77% em 22 anos no Brasil, diz Unicef

A mortalidade infantil no Brasil caiu 77% entre 1990 e 2012, de acordo com o Relatório de Progresso 2013 sobre o Compromisso com a Sobrevivência Infantil: Uma Promessa Renovada, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). Segundo o estudo, em 1990, a taxa de mortalidade infantil no Brasil era 62 para cada mil nascidos vivos. Em 2012, o número caiu para 14, o que coloca o país em 120º lugar no ranking entre mais de 190 países. A lista é decrescente e quanto mais à frente, maior o índice de mortalidade.

A pesquisa, na avaliação da Ministra Maria do Rosário, da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/RS), mostra os acertos das políticas públicas voltadas à infância no país, mas também demonstra o tamanho do desafio que o país tem para melhorar ainda mais estes índices.

"A redução da mortalidade infantil no Brasil, em níveis superiores aos avanços internacionais, representa mais vida para as nossas crianças. Esses dados mostram um país que está realizando políticas de combate à miséria e garantia sociais, sobretudo às crianças. Mas o desafio é imenso e vamos seguir trabalhando para resultados ainda melhores", afirmou Rosário.

Para a secretária Nacional de Promoção dos Direitos da Criança e do Adolescente, Angélica Goulart, apesar dos bons resultados conquistados, os números mostram que ainda há muito a ser feito para o país erradicar a mortalidade infantil. "O governo brasileiro tem investido em políticas públicas universais de atendimento a crianças e adolescentes, e em programas de transferência de renda e melhoria na saúde desse segmento populacional. Nos últimos 10 anos, o Brasil reduziu em 40% a taxa de mortalidade na infância (com menos de cinco anos). A Secretaria de Direitos Humanos tem fortalecido a Rede Nacional Primeira Infância, em ações conjuntas com a sociedade civil para coibir o crescimento da mortalidade infantil de crianças com idade entre 0 e 6 anos", afirmou.

Dados

A taxa de mortalidade infantil calcula a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de idade a cada mil nascimentos. Ela compõe a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento dos países e nortear a elaboração de políticas púbicas.

O Brasil teve melhora em todos os índices apurados. No ranking do Unicef, o país está atrás de outros desenvolvidos como Finlândia, Japão, Cingapura, Noruega e Islândia - primeira colocada no ranking. Os cinco países com os piores índices de mortalidade infantil estão no continente: Serra Leoa, Angola, Chade, Somália e Congo.

Ranking mundial

Ainda de acordo com o Unicef, a taxa de mortalidade infantil no mundo caiu 47% nos últimos 22 anos. Em números absolutos, a redução significa que morrem 17 mil crianças a menos por dia. Em 1990, a taxa de mortalidade infantil mundial era 90 para cada mil nascidos vivos e atualmente caiu para 48. Há duas décadas, as estimativas eram que mais de 12,6 milhões de crianças abaixo dos 5 anos morriam por ano. Hoje, essa média caiu para 6,6 milhões.

A taxa de mortalidade infantil é um índice que mede a probabilidade de morte entre o nascimento e os 5 anos de uma criança a cada mil nascimentos. Essa taxa é uma das que compõem a expectativa de vida ao nascer, que faz parte do Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) e é um dos indicativos mais usados para mensurar o desenvolvimento os países e balizar a elaboração de políticas púbicas.

De acordo com o Unicef, a redução da taxa de mortalidade se deve ao maior acesso a tratamentos de saúde e tratamentos mais eficazes, combinado ao comprometimento político dos países. O destaque para a queda do índice mundial é a aceleração da redução das taxas de mortalidade infantil entre 1990 e 1995 - especialmente na África, que teve queda de, pelo menos, metade de suas taxas desde a década de 1990.

Ainda assim, o fundo alerta para a possibilidade do não cumprimento das metas do Objetivo de Desenvolvimento do Milênio das Nações Unidas, referente à redução da mortalidade infantil. "Sem progressos mais rápidos na redução de doenças que podem ser prevenidas, o mundo não vai cumprir a meta até 2028 - 13 anos depois do prazo, e 35 milhões de crianças terão morrido entre 2015 e 2028 - crianças que poderiam ter vivido caso conseguíssemos cumprir essa meta", informou o relatório.

Assessoria de Comunicação com Agência Brasil

[Fonte: SDH/PR - Notícia 13/09/2013]

 

Matérias relacionadas:   (links internos)
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Download:   (arquivo PDF)
»  Compromisso com a sobrevivência infantil - Relatório de Progresso 2013 (inglês)
»  Compromisso com a sobrevivência infantil - Relatório de Progresso 2012 (inglês)

Referências:   (links externos)
»  EBC - Agência Brasil
»  OPAS - Organização Panamericana de Saúde
»  SDH/PR - Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República
»  UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância

 

 

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